Beth Baltar, da Academia, lança livro sobre cordel pela Universidade Federal da Paraíba

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Recebemos, com muita alegria, das mãos da Diretora da Editora UFPB, Profª Dra. Izabel França de Lima, o livro “Na memória da tradição: fontes de informação na literatura de cordel.”

A respeito da importância da obra, dissemos em seu prefácio:

Quaisquer eventos futuros a respeito do cordel ganharão em qualidade, diante da construção desta obra. Será um livro necessário nas bibliotecas, nas editoras, nas academias de letras e nos lares dos apologistas.

Esses pesquisadores suscitam na academia o desejo do pensador Aderaldo Luciano, o de “conduzir os estudos sobre o cordel norteando-os por sua filiação ao todo poético brasileiro”. E o que é mais importante: debruçaram-se sobre o gênero e fizeram um levantamento minucioso, sério, profundo, compenetrado. Essa mobilização por si só demonstra a preocupação desses pensadores com o cordel, que segundo Luciano “…deve ser estudado como uma literatura brasileira, não como uma literatura ‘popular’ e ‘folclórica’.”

Sander Lee
Presidente da Academia de Cordel do Vale do Paraíba – ACVPB

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A Editora UFPB entregou à Professora Maria Elizabeth Baltar Carneiro de Albuquerque o título “NA MEMÓRIA DA TRADIÇÃO: Fontes de Informação em Literatura de Cordel”.

Esse livro é fruto da pesquisa “Na Memória da Tradição: informação sobre vida e obra de poetas populares brasileiros”. Fundamenta-se, num levantamento que identificou 150 poetas populares brasileiros, considerando a preservação e disseminação de conteúdos informacionais sobre a vida e obra desses poetas e assenta-se na perspectiva de não permitir cair no esquecimento, sobretudo no que concerne a recuperação e disponibilização de informações sobre poetas populares brasileiros e suas obras.

Projeto aposta no cordel para incentivar leitura em Caiçara (PB)

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O Grupo Atitude, ONG que promove a leitura e a cultura em Caiçara, iniciou os trabalhos de 2017 com a apresentação de um novo acervo de cordéis adquiridos da Editora Luzeiro, de São Paulo. Para prestigiar o lançamento, no último sábado, estiveram na cidade o pesquisador de literatura de cordel José Paulo Ribeiro e o cordelista Paulo Gracino, ambos de Guarabira.

O Grupo e os convidados creem que o cordel, além de ser o gênero que melhor representa a cultura nordestina, pode motiva a leitura em todas as idades. São romances, aventuras fantásticas, engraçadas, de bravura, críticas, etc. que também podem atrair leitores e também servir para variados projetos de leitura nas escolas.

O acervo foi destaque na “Barraca da Leitura”, biblioteca itinerante que a quase 2 anos funciona na feira livre da cidade e no “Programa Atitude”, da rádio comunitária da cidade onde o pesquisador Zé Paulo falou dentre outros temas, da história do cordel, dos gêneros, das principais obras e autores, e do uso educacional do cordel. O premiado cordelista Paulo Gracino comentou suas obras, seu mais novo formato o “microcordel” e realizou doação para o Grupo.

O Grupo Atitude, além da barraca na feira, leva leitura para os presos da cadeia da cidade, mantêm três bibliotecas comunitárias e três pontos de leitura em parceria com comerciantes locais, em todos eles existem “cordeltecas” que agora terão seus acervos ampliados. Pelas ações do Grupo e pelo rol de escritores nascidos no município Caiçara vem sendo reconhecida como a “Cidade da Leitura”.

Assessoria

DEMONSTRATIVO FINANCEIRO – 2016

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RECEITA

 

HISTÓRICO
Saldo anterior 275,00
Contribuição social 500,00
Doação Thiago Alves 99,00
Doação Fábio Mozart 100,00
TOTAL 974,00

 

DESPESAS

HISTÓRICO R$
Alimentação (Evento em Itatuba e coquetel do aniversário em abril/2016)                   317,00
Transporte 110,00
Banner (três unidades)           220,00
Xerox           51,00
Impressos 276,00

 

TOTAL 974,00

 

Itabaiana, 31 de dezembro de 2016

Thiago Alves

Tesoureiro

 

Academia de Cordel pleiteia prédio histórico para instalar sede em Itabaiana

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A Academia de Cordel do Vale do Paraíba encaminhou pedido ao prefeito de Itabaiana, Lúcio Flávio Costa, tratando de um espaço físico permanente para as atividades da associação dos poetas, recaindo a solicitação no prédio da antiga União dos Artistas e Operários que se encontra praticamente abandonado. Através do seu presidente, Sander Lee, a Academia justifica a necessidade de um espaço físico “para instalação de uma sede da entidade com sua cordelteca e estrutura mínima destinada a resgatar e divulgar a memória de nossos poetas, incentivando o público com a realização de oficinas e outras atividades.” A solicitação do espaço físico também já foi realizada através da indicação do vereador Ubiratan Correia, na primeira sessão deste ano.

A União dos Artistas e Operários de Itabaiana tem seu patrimônio, a sede no centro da cidade, entregue à Prefeitura em comodato, onde funcionava o Telecentro e atualmente abriga arquivo morto da própria prefeitura. “Sem querer fazer jogo de palavras, é necessário que não se deixe morrer aquele ambiente que foi salão de festas, escola, teatro e palco de muitas tertúlias literárias e artísticas, abrigando bandas de música e tantas outras atividades culturais”, disse Sander Lee.

A Academia de Cordel do Vale do Paraíba planeja vários projetos, entre eles uma biblioteca, o projeto “Confraria da Poesia”, atividades como o “Cordel do Fogo Apagado” e oficinas de cordel para estudantes das escolas da rede pública, além de montagem de uma central de produção gráfica para lançar os trabalhos dos cordelistas. “Tudo isso depende de espaço físico para acontecer, e nada melhor do que preservar o patrimônio histórico da cidade, a sede da União dos Artistas e Operários, com uma entidade cultural respeitável e produtiva”, finalizou o Presidente da Academia.

Poeta da Academia lança Cordel na Justiça Federal da Paraíba

marconiO poeta e servidor da Justiça Federal, Marconi Araújo (foto), membro da Academia de Cordel Vale do Paraíba, lançou na última segunda-feira, 30/01, na sede daquela instituição, em João Pessoa, o CORDEL DA CONCILIAÇÃO, através do qual transmite informações detalhadas sobre a operacionalização dessa cultura de pacificação social na Justiça brasileira, seguindo as orientações e preceitos preconizados pelo Conselho Nacional de Justiça – CNJ.

Na oportunidade, em solenidade onde foi oficialmente inaugurado o Centro Judiciário de Solução Consensual de Conflitos e Cidadania – CEJUSC e empossados vinte conciliadores judiciais, o poeta Marconi Araújo declamou o cordel, tornando o evento mais leve e agradável, além de rico em informações precisas sobre o tema, transmitido em linguagem poética.  Diversas autoridades, em meio ao público em geral, prestigiaram o evento, dentre os quais o Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Reynaldo Fonseca, o Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, Desembargador Federal Rogério Fialho, e a Vice-Governadora do Estado da Paraíba, Lígia Feliciano.

Marconi Araújo tem se destacado na elaboração de cordéis vinculados a temas jurídicos, e já faz parte de sua obra impressa temas como Processo Judicial Eletrônico, Perito e Defensor Público, Parahyba Judiciária, Naturalização, Juizados Especiais Federais e Turmas Recursais, Metas do Judiciário, dentre outros.

O ambiente físico do CEJUSC da Justiça Federal é um diferencial que, segundo o poeta e servidor Marconi Araújo, Diretor do Núcleo Judiciário da Seção Judiciária da Paraíba, “objetiva possibilitar a que as partes envolvidas no conflito se sintam bem mais acolhidas e respirem e absorvam, efetivamente, o espírito de paz”, acentuou. Nas Salas de Conciliação, constam imagens que espelham pontos turísticos do solo paraibano, tendo, ao fundo, mensagem em cordel que envolve o tema da conciliação. “Até as cores utilizadas no ambiente, inclusive das poltronas, são diferentes do padrão oficial e tradicional da Justiça Federal exatamente para propiciar o diferencial apaziguador que contribua para os acordos judiciais e, consequentemente, para a tão almejada paz social”, finaliza confiante o poeta Marconi Araújo.

Acadêmico Marconi Araújo passa a assinar coluna em blog de Campina Grande

accaO Bacharel em Direito, Licenciado em Matemática, bacharel em Estatística, membro da Academia de Cordel do Vale do Paraíba e servidor da Justiça Federal Marconi Araújo estreia nesta quinta-feira, 26 de janeiro de 2017, uma coluna literária semanal no portal de notícias Fatopsb, trazendo ao leitor/internauta um pouco da arte que traduz a alegria, tristeza, esperança, certezas e incertezas do cotidiano da maneira mais popular possível que é o Cordel.

Marconi Araújo, 53 anos, natural de Campina Grande, é Bacharel em Direito, Licenciado em Matemática e também Bacharel em Estatística pela Universidade Estadual da Paraíba – UEPB. Servidor da Justiça Federal há 26 anos, há vários anos vem desenvolvendo trabalhos em formato de cordel, tendo sido premiado em 2003 quando do 1º Concurso de Literatura de Cordel promovido por aquela Instituição, ocasião em que apresentou sua obra sob o título “Justiça Federal fazendo História”.

Ele é membro da Academia de Cordel do Vale do Paraíba, sediada em Itabaiana/PB. Produz cordéis diariamente e com ampla divulgação nas redes sociais, gerenciando, inclusive, no Facebook, a comunidade intitulada “Cordel em Rede”, criada com vistas ao incentivo à cultura e, notadamente, à divulgação de seus trabalhos autorais. No aplicativo Whats App, criou o grupo “Amantes da Poesia”, que tem como principal objetivo o compartilhamento de poesias entre as pessoas que apreciam esta arte.

Dentre os seus cordéis já lançados na forma impressa, destacam-se “A feira e suas mercadorias”, “A musa do serrotão”, “O cangaço e seu significado”, “Metas de família”, além de outros com temas vinculados à área jurídica, tais como “Parahyba Judiciária”, “Processo Judicial Eletrônico”, “Perito e Defensor Público”, “Competência e Serviços”, “Naturalização”, “Leilão Eficaz e Empório Judicial”, “Juizados Especiais Federais e Turmas Recursais”.

 

 

Poetisas entram para os quadros da Academia em festa no Espaço Cultural José Lins do Rego

Jandira Lucena é autora do livro “Homenagem a Violeta Formifa”. Itabaianense, Jandira também é artista plástica. Ocupa a Cadeira 39, cujo patrono é Manoel D’almeida Filho.

Piedade Farias é perita em restauração e conservação de monumentos históricos e poeta de cordel. Assumiu a Cadeira 36, cujo patrono é João Damasceno Nobre.

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