marconiO poeta e servidor da Justiça Federal, Marconi Araújo (foto), membro da Academia de Cordel Vale do Paraíba, lançou na última segunda-feira, 30/01, na sede daquela instituição, em João Pessoa, o CORDEL DA CONCILIAÇÃO, através do qual transmite informações detalhadas sobre a operacionalização dessa cultura de pacificação social na Justiça brasileira, seguindo as orientações e preceitos preconizados pelo Conselho Nacional de Justiça – CNJ.

Na oportunidade, em solenidade onde foi oficialmente inaugurado o Centro Judiciário de Solução Consensual de Conflitos e Cidadania – CEJUSC e empossados vinte conciliadores judiciais, o poeta Marconi Araújo declamou o cordel, tornando o evento mais leve e agradável, além de rico em informações precisas sobre o tema, transmitido em linguagem poética.  Diversas autoridades, em meio ao público em geral, prestigiaram o evento, dentre os quais o Ministro do Superior Tribunal de Justiça, Reynaldo Fonseca, o Presidente do Tribunal Regional Federal da 5ª Região, Desembargador Federal Rogério Fialho, e a Vice-Governadora do Estado da Paraíba, Lígia Feliciano.

Marconi Araújo tem se destacado na elaboração de cordéis vinculados a temas jurídicos, e já faz parte de sua obra impressa temas como Processo Judicial Eletrônico, Perito e Defensor Público, Parahyba Judiciária, Naturalização, Juizados Especiais Federais e Turmas Recursais, Metas do Judiciário, dentre outros.

O ambiente físico do CEJUSC da Justiça Federal é um diferencial que, segundo o poeta e servidor Marconi Araújo, Diretor do Núcleo Judiciário da Seção Judiciária da Paraíba, “objetiva possibilitar a que as partes envolvidas no conflito se sintam bem mais acolhidas e respirem e absorvam, efetivamente, o espírito de paz”, acentuou. Nas Salas de Conciliação, constam imagens que espelham pontos turísticos do solo paraibano, tendo, ao fundo, mensagem em cordel que envolve o tema da conciliação. “Até as cores utilizadas no ambiente, inclusive das poltronas, são diferentes do padrão oficial e tradicional da Justiça Federal exatamente para propiciar o diferencial apaziguador que contribua para os acordos judiciais e, consequentemente, para a tão almejada paz social”, finaliza confiante o poeta Marconi Araújo.

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